2026 – O Ano de Deixar Ir

2026 pode ser o ano de deixar ir o que pesa: relacionamentos, negócios e trabalhos que já não fazem sentido. Desapegar é criar espaço. Bora Para O próximo Nível!

1/8/20261 min read

Mulher em uma estrada
Mulher em uma estrada

Deixar ir não é algo que se aprende de uma vez.
É uma prática diária.

Teve uma propaganda da OLX, alguns anos atrás, que repetia uma mensagem simples:
“Desapega… desapega… desapega.”

Na época, a ideia era vender coisas que já não faziam mais sentido.
Mas, olhando hoje, essa mensagem vai muito além de objetos.

Quantas coisas na vida a gente continua guardando sem necessidade?

Relacionamentos esgotados.
Negócios que não vingaram, mesmo após muitas tentativas.
Empregos que consomem nossa energia e já não respeitam nossos valores.

A gente se apega por medo.
Medo de recomeçar.
Medo de admitir que algo chegou ao fim.
Medo do julgamento.

Existem dias em que tento controlar tudo:
repasso conversas na cabeça, revisito decisões antigas, crio cenários que talvez nunca aconteçam.

Quando percebo isso, faço algo simples:
paro e respiro.

Respiro fundo.
Volto para o agora — o único lugar onde a vida realmente acontece.

Então faço uma pergunta que sempre ameniza a tensão:
E se tudo estiver acontecendo exatamente como deveria?

Talvez 2026 seja o ano de aplicar o “desapega” não só às coisas, mas à vida:

  • desapegar de relações que já cumpriram seu ciclo;

  • desapegar de negócios que não deram certo, mesmo com esforço;

  • demitir a empresa antes que ela demita seus sonhos;

  • demitir os patrões que já não respeitam quem você se tornou.

Deixar ir não é desistir.
É criar espaço.

E espaço é o que a vida precisa para trazer algo melhor.

Talvez o próximo nível comece exatamente aí:
quando você decide, de verdade, desapegar.